19 nov. 2008

Étranger un jour, étranger toujours ?

Je voudrais remercier Monsieur Alexandre de Nuñez et au Salon du Livre d'Amérique Latine, c'était une expérience magnifique de vous connaitre!!! Merci beaucoup !!!

Sim, mesmo que o meu sotaque é forte no clip, eu acho que adianta. E agora deixo para vcs
esse texto sobre Gasolina que publicaram no Brasil, no site Cronopios, obrigado Maria Alzira e Edson Cruz.

Aqui um trecho:

+ Dificilmente veremos um filme tão violento com menos sangue, menos balas e menos sexo. A violência de Gasolina é a dos interstícios da linguagem, o vazio que lembra a presença de uma coisa absolutamente maior e inominável como marco fatal para os desencontros humanos. Os adolescentes guatemaltecos do pós-guerra (anos 90) não podem/não sabem falar, sua comunicação está interditada pela impossibilidade de qualquer afeto que não esteja mediado pela brutalidade ou sua simulação. Seus pais são espectros sem rumo, cheios de angústia e desolação, querem ao mesmo tempo protegê-los e castigá-los, resguardá-los e torná-los culpados de tudo. São fantasmas derivados da guerra, geradores de silêncio.




Et voici un autre fragment de Syncopes, très liée au filme:

branlette est la traduction d’un tel plaisir, écriture en vers, oh, mensonge trop excitant, c’est presque comme imaginer une foule me déshabillant, ces humbles voudraient m’asperger de leur essence pour que je serve de torche, ceux qui après danseront autour de moi dans les Mégatemples, ceux-là ils aiment l’essence, c’est leur plaisir, ils sentent qu’ils s’empoisonnent s’ils ne s’enflamment pas, a) mon destin pour le poème serait un peuple qui n’existe plus, b) mon destin pour le poème serait un peuple qui n’existe pas encore c) Oli Garchie est le nom d’une mère affreuse infectée de la peste, d) c’est pas possible, ce n’est pas possible

(traduit de l'espagnol par Alba-Marina Escalón)